
Humorista nato, Jô costuma utilizar o cenário do Rio de Janeiro para suas tramas policiais, dessa vez em meados dos anos 30, e sempre com um serial killer envolvido.
Para animar o seu quinto livro (entre eles, "O xangô de Baker Street", "O Homem que matou Getúlio Vargas" e "Assassinato na Academia Brasileira de Letras"), o autor criou um maníaco que tem preferência por mulheres rechonchudinhas, o toque cômico da obra. Jô defende a tal categoria que ele acredita ter desaparecido do linguajar comum, os gordos. É também uma maneira de criticar o politicamente correto no humor.
Acho que vale a pena conferir, levando em consideração meu apreço pelos livros anteriores...mas não recomendo para crianças...rs
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