Volto escrever por não conseguir mais conter o dilúvio de sentimentos dentro de mim. Volto a escrever carne e sangue dos cortes que me ferem. Sou feliz, no entanto. E querendo permanecer nesse estado absoluto de harmonia, preciso jogar fora toda a dor que assombra minha alma. E pintar mais e mais com minhas palavras. Preciso respirar, preciso expirar.
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